Lixo divide espaço com jazida de saibreira

Um terreno de aproxidamente seis hectares, onde funciona uma jazida de saibro, dentro do município do Capão do Leão, também é depósito irregular de lixo. São restos de obras, móveis, roupas, sapatos e até animais mortos. São lixos de todos os tipos.
A pergunta que se faz é: quem é responsável pela situação?
Ninguém sabe o certo, mas ao parece, a sujeira chega de forma misteriosa. Nem os moradores próximos ao local nem a prefeitura sabem ao certo como e quando acontece o depósito. As suposições vêm de ambos os lados. A vizinhança acredita que a formação do lixo é causada pelas próprias autoridades. Porém, o secretário de Obras, Urbanismo e Meio Ambiente do Capão do Leão, Alex Quevedo, desconhece a origem do lixo e afirma que a prefeitura não tem relação com o fato. Além de depositado, o lixo é queimado no terreno. 
Segundo o secretário, serão tomadas providências urgentes nos próximos dias. As duas entradas, de acesso livre, devem ser interditadas. Ele pede que a população denuncie se souber ou suspeitar de onde chega tamanha sujeira até o terreno. O telefone do setor é (53) 3275-1517.

Opinião deste blogueiro: Primeiramente cabe salientar que não interessa quem seja o culpado pelo o acúmulo de lixo. Lixo é uma questão de saúde pública e assim é que deve ser tratado.
A comunidade deve fazer sua parte. Cuidar do meio ambiente é um dever de todos. As pessoas não podem simplesmente jogar lixo em qualquer canto que encontra vago, mesmo que seja um terreno baldio.
No entanto, a Prefeitura deve fazer sua parte. Existe um Código de Posturas. Ali está especificado que cabe ao ente publico fiscalizar e aplicar as sanções pertinentes a cada caso. Assim nós temos dois culpados: a comunidade que não age com respeito ao meio ambiente e a Prefeitura que não fiscaliza e não cobra atitudes da comunidade.
Além de tudo, precisamos educar nossos filhos para que cuidem daquilo que é o maior patrimônio deles: o ambiente onde vivem.

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