SLC investe em sustentabilidade e diminui custo de energia elétrica

Em 2015, o custo de produção nacional do setor industrial sofreu impacto com a elevação do principal insumo para estas empresas: a energia elétrica. Em média, em todo Brasil, a tarifa – que tem alíquotas diferenciadas conforme a categoria da empresa – aumentou mais de 100% em período inferior a um ano.
PCT da SLC Capão do Leão
Empresas que apostam em estratégias sustentáveis de geração de energia saíram na frente neste contexto. É o caso da SLC Alimentos, em seu maior parque industrial, localizado em Capão do Leão. 
A empresa implantou em 2013 a Pequena Central Termoelétrica (PCT). O funcionamento se dá pela geração de vapor em uma caldeira, por meio da queima de toda casca do arroz beneficiado pela SLC Alimentos. Injetado em uma turbina, o vapor da casca do arroz produz a energia motriz que aciona um gerador de energia elétrica.  A estrutura resulta, atualmente, 3,5 MWH. 
Sala de controle PCT
Fotos: divulgação
Em sua capacidade máxima, a Pequena Central Termoelétrica é capaz de produzir até 5,8 MWH. “O próximo passo é obter licença para comercialização do excedente produzido no mercado livre de energia elétrica”, conta Luiz Chagas, Coordenador da Termoelétrica.
O funcionamento de uma usina de biomassa une autossustentação ao correto descarte de resíduos. Ao mesmo tempo em que a casca do arroz é vaporizada, a PCT produz energia, com sobras, para fazer funcionar toda a fábrica. O processo produz gases que passam por filtros antes de serem lançadas na atmosfera, evitando contaminação. “Essas realizações reforçam o compromisso social e ambiental da SLC Alimentos”, afirma Chagas.

Sobre a SLC Alimentos
Com Matriz em Porto Alegre/RS, a SLC Alimentos, em 15 anos, atende a todo o território nacional. 
Possui unidades industriais em Alegrete/RS, Capão do Leão/RS, Paraíso do Tocantins/TO, Jaboatão dos  Guararapes/PE e Tatuí/SP, além de Centros de Distribuição em Fortaleza/CE, Simões Filho/BA, Conceição do Araguaia/PA e Tatuí/SP.
Está entre as maiores empresas no mercado nacional de arroz e feijão e tem sua comercialização presente nas grandes redes de supermercados nacionais, atacados e distribuidores, redes regionais, varejo de pequeno e médio porte, além de food service e cestas básicas.

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